Eu vejo o que os olhos alheios insistem Em não querer ver. Eu vejo o ruído da dor. Eu vejo o mundo emudecer Por querer ter a Tudo Ao invés de ser. Vejo a tarde que parte, O frio que invade, O tempo que bate em minha porta Apressando o Tudo a se findar. Os seus olhos veem aquilo que eles querem ver Eles mal enxergam o mundo, inclusive a você.
Intensificando a particularidade

Seus versos mudos, seus poemos tocantes.
ResponderExcluirSurpreende-me!
Admiro tanto quem escreve assim.
Te digo uma coisa, depois de terminar o 3º capítulo do "o nosso encontro" posto um poema, inspirado dos seus! :)
HAHAHA
Vai ser uma experiência nova! :)
beeijo, e mais sucesso do que vc já possui.
Sua admiradora, Luíza!
Tá cada dia mais profissa :D parabéns!
ResponderExcluirCara Jêh;
ResponderExcluirBelo poema, embora curto, mas grande em sensibilidade poética.
Gostei bastante.
Um beijo.