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O teu grito, ouvi
As tuas lágrimas, vi
As tuas dores, senti

E se, para você, não corri
Era porque eu padecia, mesmo que distante, junto a ti.

Comentários

  1. Seus versos mudos, seus poemos tocantes.
    Surpreende-me!
    Admiro tanto quem escreve assim.
    Te digo uma coisa, depois de terminar o 3º capítulo do "o nosso encontro" posto um poema, inspirado dos seus! :)

    HAHAHA
    Vai ser uma experiência nova! :)

    beeijo, e mais sucesso do que vc já possui.
    Sua admiradora, Luíza!

    ResponderExcluir
  2. Tá cada dia mais profissa :D parabéns!

    ResponderExcluir
  3. Cara Jêh;
    Belo poema, embora curto, mas grande em sensibilidade poética.
    Gostei bastante.
    Um beijo.

    ResponderExcluir

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Deficiência humana

Não, o amor não é cego.
   Ele por si só enxerga verdades: a necessidade de habitar em nós para existir.
   Ele é autónomo, mas não é auto-existente: precisa de nós para ser, de fato, amor.
  O homem é cego por atribuir ao amor sua própria deficiência.


Olhos que mal enxergam o mundo

Eu vejo o que os olhos alheios insistem
Em não querer ver.
Eu vejo o ruído da dor.
Eu vejo o mundo emudecer
Por querer ter a Tudo
Ao invés de ser.

Vejo a tarde que parte,
O frio que invade,
O tempo que bate em minha porta
Apressando o Tudo a se findar.

Os seus olhos veem aquilo que eles querem ver
Eles mal enxergam o mundo, inclusive a você.



Guarde a última lágrima

Se eu chorar
guarde a última lágrima,
junte meus cacos,
pois no envolto do seus braços encontro paz.

Se eu chamar-te
ignore-me a palavra
e o meu pedido de socorro
não seja agradável aos teus ouvidos.

Porque eu te quero
e, após algum tempo, deixo de te querer.
Porque és abrigo e tormenta.
Porque estou ao teu lado e não posso te ter.