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" Se conselho tivesse valia, ninguém dava, vendia "

Nesses últimos dias, algo vem me impulsionando a escrever. Consultei o íntimo em busca de promover à escrita, pórem as palavras chegaram à mente imprecisas.
Tenho observado as pessoas e notei que umas caminham, outras rastejam, mas ambas carregam fardos. Todas estão cansadas, exaustas. O trabalho vem consumindo seu tempo - isso no que se refere à disponibilidade deste - e roubando o seu vigor. Elas estão tão entretidas nesse joguinho quanto se distrai uma criança.

Abra seus olhos!

Não deixe que instantes preciosos sejam levados pela correnteza por causa de sua insensibilidade a percebê-los. Há momentos que trabalho algum substitui o prazer de senti-los; pois valem mais, bem mais que dinheiro. São pequenos  instantes, são riquezas que o dinheiro não compra.

Viva a sua vida da melhor forma. Escreva a sua própria história de acordo com a sintaxe e a morfologia da Língua. E assim você não se queixará de uma vírgula que não foi posta.



De sua amiga: Jêh Niz

Comentários

  1. Menina, que lindo! Simples e belo.
    Saber colher de cada dia uma pequena alegria é o grande desafio de viver...

    beijos!

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  2. Guria vc é apoteótica, essas três primeiras estrofes, nuss ta nível academia d letras ^^ e essa ultimas confesso, o ignorante aki recorreu para o dicionário kkkkkkk, mas continua escrevendo coisas belas como essas sempre... E como eu sempre digo: "É lamentável ver a que miséria o dinheiro leva o homem que não sabe possuí-lo, pois eu poderei ser varias vezes multimilionário e mesmo assim eles nunca irão me ter".

    desculpa o comentario texto. (;

    ResponderExcluir
  3. Obg Lipe,
    seus textos que são belos !
    beijin :*

    Kinhô, até você aqui?
    maravilhoso é ter sua amizade :)

    KKKKKKKKKKKKK ( ri muito )
    Ô GPS, sua visita me enche de alegria. Obg pelas palavras tão lindas, um "exagero" remetí-las a mim!
    beijin :*

    ResponderExcluir

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Deficiência humana

Não, o amor não é cego.
   Ele por si só enxerga verdades: a necessidade de habitar em nós para existir.
   Ele é autónomo, mas não é auto-existente: precisa de nós para ser, de fato, amor.
  O homem é cego por atribuir ao amor sua própria deficiência.


Olhos que mal enxergam o mundo

Eu vejo o que os olhos alheios insistem
Em não querer ver.
Eu vejo o ruído da dor.
Eu vejo o mundo emudecer
Por querer ter a Tudo
Ao invés de ser.

Vejo a tarde que parte,
O frio que invade,
O tempo que bate em minha porta
Apressando o Tudo a se findar.

Os seus olhos veem aquilo que eles querem ver
Eles mal enxergam o mundo, inclusive a você.



Guarde a última lágrima

Se eu chorar
guarde a última lágrima,
junte meus cacos,
pois no envolto do seus braços encontro paz.

Se eu chamar-te
ignore-me a palavra
e o meu pedido de socorro
não seja agradável aos teus ouvidos.

Porque eu te quero
e, após algum tempo, deixo de te querer.
Porque és abrigo e tormenta.
Porque estou ao teu lado e não posso te ter.